Nilson Areal a um voto da cassação

Foi interompido agora a pouco no TRE a sessão que juga o processo de cassação do prefeito de Sena Madureira e seu Vice, Nilson Areal e Jairo Cassiano, respectivamente, por...

nilson_materia_5.jpgFoi interompido agora a pouco no TRE a sessão que juga o processo de cassação do prefeito de Sena Madureira e seu Vice, Nilson Areal e Jairo Cassiano, respectivamente, por compra de votos.

O processo que é conhecido no município como o caso das telhas, já tirou o prefeito do cargo por três dias, período que conseguiu uma liminar enquanto aguardava o jugamento que acontecia hoje a tarde.

Durante o julgamento do merito, a mesma juiza que consedeu a liminar a Areal, também votou afavor do arquivamento do precesso na sessão de hoje, entretanto, todos os Juizes Federais membros da corte votaram pela cassação, e o placar está em 3 x 2 pela perca de mandato do prefeito, neste momento, foi pedido vista do processo, voto este que pode levar Sena Madureira a uma nova eleição.

Se o voto do próximo membro for afavor da permanencia do prefeito, a decisão caberá ao presidente da casa decidir o futuro politico de Sena Madureira.

Diferentemente do que esperavam seus companheiros policos, a cassação do prefeito está ha apenas um voto de se concretizar. É esperar para ver.

Jaidesson Peres

Julgamento foi adiado para terça-feira, 25, em razão do pedido de vista do advogado Maurício Hohenberg 

O prefeito de Sena Madureira, Nílson Areal, escapou mais uma vez. Depois de ter sido cassado pela juíza eleitoral de Sena Madureira, Thais Borges, Areal conseguiu uma liminar com a desembargadora Eva Evangelista para manter-se no poder. Hoje, ocorreria o julgamento do mérito do recurso impetrado pelos advogados de Areal no Tribunal Regional Eleitoral, no entanto adiou-se em decorrência do pedido de vista do representante da OAB no pleno, Maurício Hohenberg.

Já votaram a favor da cassação de Nílson Areal os juízes Jair Facundes, Maria Penha Souza Nascimento e Denise Castelo Bonfim. Pela suspensão da decisão da magistrada votaram a relatora do processo, Eva Evangelista e o advogado Ivan Cordeiro.

O prefeito é acusado de comprar votos em troca de telhas. Em 29 de setembro de 2008,  por meio de uma denúncia anônima, a Polícia Federal apreendeu  uma caminhonete Toyota no bairro Ana Vieira,  pertencente à Cerâmica Silveira, na qual  havia 155 telhas de amianto. Segundo a apuração da PF, o veículo estava sendo usado para distribuir telhas aos eleitores, a mando do então candidato Nílson Areal. 

Os que votaram a favor da cassação disseram que a decisão da juíza Thais Borges foi oportuna e que Nílson Areal se aproveitou da pobreza dos eleitores para ganhar votos, oferecendo ajuda patrimonial. ”Ficou claro o ato da compra de votos no momento que a Polícia Federal flagrou o carro com as telhas. Não é possível que alguém fizesse uma armação, envolvendo atores e, principalmente a Polícia Federal”, disse Jair Facundes.

O magistrado lembrou ainda que as pessoas envolvidas no caso das telhas são humildes, e que certamente ficaram amedrontadas diante das autoridades designadas a ouvi-las. “As pessoas envolvidas nesse caso são humildes, e posso imaginar como elas ficaram apavoradas no ato do flagrante feito pela Polícia Federal. Não poderiam ter dado um depoimento tão esclarecedor”, afirmou Facundes.

O advogado Maurício Hohemberg, que justificou o pedindo de vistas por não conhecer o processo, poderá empatar a favor do prefeito ou cassá-lo. Caso haja empate, o presidente do TRE, Arquilau de Castro Melo, resolverá o impasse.

 

Fonte-yaco online

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