Deputado afirma que “sete pragas do Egito” atingiram Sena Madureira

O deputado Gilberto Diniz (PT do B) afirmou  no discurso na tribuna nesta quarta-feira, 15, que a cidade de Sena Madureira parece ter sido atingida pelas “sete pragas do Egito”

thumbs.phpfgfgfg.jpegO deputado Gilberto Diniz (PT do B) afirmou  no discurso na tribuna nesta quarta-feira, 15, que a cidade de Sena Madureira parece ter sido atingida pelas “sete pragas do Egito”.
Segundo ele, chove sem parar, a ponte está interditada para reforma, falta energia elétrica diariamente prejudicando empresas, falta água e a empresa de transporte coletivo utiliza sucatas.

“É um tratamento desigual e desumano. Os veículos lembram a época do Lameira em pleno Século 21”, afirmou.

Gilberto questionou a falta de fiscalização aos ônibus da empresa de transportes Acreana, pois transitam por uma estrada sob controle da Polícia Rodoviária Federal. “A população precisa de um transporte de mais qualidade. Peço aos órgãos competentes que fiscalizem esta empresa, precisamos de um serviço mais digno”, concluiu.

Cidade acabada

Sena Madureira é hoje uma cidade totalmente acabada. As ruas estão enlameadas, esburacadas e cheias de lixo. E por falar em lixo, mesmo a prefeitura tendo conseguido recursos para construir um aterro sanitário, os moradores continuam reclamando do lixão, que atormenta os moradores de suas proximidades há anos.

Para completar a desgraça, o prefeito Nilson Areal aparece na imprensa juntamente com os proprietários do Seringal Oriental – aqueles que foram denunciados pelo Padre Paolino – dizendo que vai ajudar a conseguir uma licença para que eles possam desmatar Sena Madureira por 30 anos.

A empresa Oriental reapareceu com o sugestivo nome de Bastisflor-Florestal. Depois de uma manchete escancarada no jornal A Gazeta e no site agazeta.net, Areal se escondeu atrás de colunas de jornais para ameaçar um suposto adversário, que ao ler o “recado”, disse maliciosamente: realmente existem muitas coisas libidinosas acontecendo entre pessoas que teimam em continuar no armário. E também com outras que se deliciam atrás das cercas dos currais.

Baixa as cortinas!

 
 
 
Fonte: Planeta Acre

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