Caso Amanda e Tauã: Dois são condenados por organização criminosa e ocultação de cadáver

Facebook Twitter WhatsApp Facebook MessengerPor: Edinaldo Gomes Em julgamento proferido pelo juiz de direito, Fábio Farias, e divulgado nesta semana pela Comarca de Sena Madureira, dois acusados de envolvimento nas...

Por: Edinaldo Gomes

Em julgamento proferido pelo juiz de direito, Fábio Farias, e divulgado nesta semana pela Comarca de Sena Madureira, dois acusados de envolvimento nas mortes dos adolescentes Amanda Paiva, 14 anos e Tauã Oliveira, 16 anos, foram condenados. Nesse primeiro momento, eles foram julgados pelos crimes de organização criminosa e ocultação de cadáver.

Nesse cenário, Jairo Silva de Almeida e Rinaldo Reis Vasconcelos receberam, cada um, 12 anos e 02 meses de prisão, além do pagamento de 602 dias-multa. Na decisão, ficou estipulado que os mesmos irão cumprir as penas em regime inicialmente fechado.

Ao fazer a dosimetria da pena referente ao crime de ocultação de cadáver, o juiz Fábio Farias considerou: “Motivo: Repugnante, posto que o crime foi praticado com vistas a prejudicar e mascarar o crime de duplo homicídio”.

Jairo e Rinaldo foram os primeiros a serem condenados com relação ao duplo homicídio dos adolescentes que ocorreu em dezembro do ano passado no Bairro Segundo Distrito.

É oportuno mencionar que outros quatro criminosos se encontram presos e deverão ser levados a júri-popular cuja data ainda será definida pela justiça de Sena Madureira.

Corpos das vítimas foram encontrados em cova rasa

Oriundos do primeiro distrito da cidade, Amanda Paiva e Tauã Oliveira foram mortos no Bairro Segundo Distrito, em dezembro de 2019. Na data do ocorrido, eles teriam ido participar de uma confraternização e foram assassinados barbaramente porque ‘supostamente’ fariam parte de uma facção rival a dos acusados, fato este que não foi comprovado pela Polícia.

Seus corpos foram enterrados em uma região de mata fechada do Segundo Distrito, sendo encontrados dias depois em face de um exímio trabalho da Polícia Militar.

Com a prisão dos acusados, o juiz Fábio Farias vem adotando todas as medidas necessárias no sentido de dar celeridade ao processo e, por conseqüência, uma resposta à sociedade.

 

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