Acre vive surto de gripe suína, exames confirmam casos da doença no Estado

A Secretaria Estadual de Saúde do Acre recebeu na tarde desta quarta-feira, por volta das 16h30, o resultado dos exames das duas mulheres que estavam sob monitoramento com suspeita de...

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A Secretaria Estadual de Saúde do Acre recebeu na tarde desta quarta-feira, por volta das 16h30, o resultado dos exames das duas mulheres que estavam sob monitoramento com suspeita de terem contraído o vírus Influenza A (H1N1). Um dos casos, de uma mulher de 38 anos, foi confirmado com resultado positivo pelo laboratório Adolfo Lutz, em São Paulo.

O estado do Acre vive ou não, um surto de gripe suína?… Apesar das autoridades da área da área de saúde negarem com veemência esta ideia, o número de internações de pacientes com suspeita da gripe Influenza A (H1N1), põe em chegue esta afirmativa oficial. Somente no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco – HUERG, diversos pacientes, procedentes dos países andinos estão em quarentena. Dois pacientes que apresentaram os sintomas da gripe suína estão isolados no Hospital Geral de Cruzeiro do Sul, no Vale do Juruá.

 
Um é jogador do time do Náuas e o outro é um vereador cruzeirense, que continua de quarentena (em regime de isolamento), no segundo pavimento do Hospital Regional do Juruá, segundo o relato de populares que visitam os familiares que estão internados naquela unidade de saúde. De acordo com o site de notícias A Voz do Acre, o atleta e o parlamentar faziam parte da Delegação Acreana que esteve na cidade peruana de Pucalpa. “O vereador, que desembarcou de um voo proveniente da capital acreana, chegou ao Pronto Socorro do hospital em uma ambulância do SAMU, na tarde dessa segunda-feira”, relatou o jornalista Ornelas.

 Segundo ele, uma equipe da Vigilância Epidemiológica esteve no Vale do Juruá, para coletar sangue dos pacientes e orientar os funcionários da unidade de saúde os cuidados, para evitar que o vírus se espalhe para outras enfermarias. “No Hospital Regional do Juruá, o assunto circula a boca miúda, o medo é compartilhado por enfermeiras, médicos e profissionais de apoio”, ressalta o repórter.

 

Ele acrescenta que a falta de orientação das autoridades aumenta ainda mais a apreensão dos cruzeirenses. Um taxista que faz ponto no local, afirmou na noite dessa segunda-feira, que já está com medo de trabalhar ali no hospital. "Sábado, quando cheguei aqui e vi todo mundo de máscara, tratei de ir logo embora", comentou o taxista, que lamenta a omissão dos poderes constituídos.




Fonte: Folhadoacre 

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